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Baby,I can’t imagine how hard it was for you to get home now. To drive without me by your side in the car, to open the door and look to all the empty spaces that I left… The closet is empty, the place where I used to put my boots is empty, my favorite chair is empty and my orange blanket has no one under it. Not that I think I was fullfilling our home with happiness and joy everyday; I wasn’t. We did this together. We were happy there, everyday together, cooking, talking, watching, singing, touching, sleeping. We, together, fillied this house with a lot of laughs, passionate looks and talks through the night. We together put some color in Konzum, and Plodine, in the bus 221, the main train station, the main square, Millenium, Kino Gric, Friends, all the places we were. We, together, looking ourselves in the mirror in the elevator, trying to find the right keys to open the door, shutting everything down before leaving. We, together.I don’t know if I can be something else than yours, now. Not that I lost myself completely, and not that I am entirely dependent on you, but I forgot how it is to be alone. To do things on my own, with no greater reason. To cook for myself, to go to the supermarket and buy things that are just for me, to watch movies without you and drink coffee without blowing the smoke of your cigarrete away. Probably now I’m inside a plane, trying to figure out how this time is gonna be. How I’m gonna manage to sleep without you, how I’m gonna wake up with only one alarm ringing, how my afternoons will be without waiting for your call when you leave work. Probably I’m gonna miss you more than you’ll miss me, but big part of my pain is thinking that, still, you’ll suffer in the mornings without my cheese-salame sandwichs. I never wanted to make you suffer, for any reason. I always told you I was afraid to hurt you, and now you’re hurt. It kills me a little bit.Thinking only about the hard part makes it harder, so let’s think about our rewards. You and me together, forever, through Skype and Viber, in August, January, for a lifetime. I know we somehow are going to make this happen, because I also know that we are amazing together. Life is easy together. Everyday is fun, and the time just flies, waking up early is not so bad anymore, walking when it’s snowing feels right, and we make the best food in the world. But only when we are together. We are going to make this happen because my life is now nothing without my better reason, and my better reason is you.Try to keep up. Don’t lose your temper because of work, or because family issues, because it’s snowing or raining or too hot. Try to be calm in every circunstance, it’s better for you. Try to keep the kitchen clean and wash the dishes once in a while. Put water on the plants, at least every second day. Keep making pizza and zuccini soup, tomato soup and things with mushrooms, even if it’s just for you, because your deserve this awesomeness. I’m sorry for not being there in the morning, but try to make your waking up process easier day by day, and eat something before going to work. Stick to your friends, go and drink coffee with Nikola, drink beer with Marco and Mirna, open your heart with Susan, have lunch with your parents every sunday. Try to avoid smoking as much as you can, and please keep your promisse of not smoking inside the apartment.Talk to me. Call me everyday, every time you see me online, just call me. Keep calling me when you’re inside the bus, this is one of the things I’m gonna miss the most. Call me when you wake up, I don’t care if it’s the middle of the night for me. Call me on saturdays, sundays. Call me every night. And text me, send me e-mails and songs on facebook. Wait for me so we can watch our series together. All of them. And good movies as well. Tell me about all your problems, with college and stuff. Don’t hide anything from me.Never stop loving me. Never leave me. Miss me, because if you don’t it means you don’t need me anymore. Need me. Wait for me. We’re going to get together soon. We’re going to get married, live together, cook for each other, go to cinema on wednesdays, eat kebab with that geek guy, eat cakes, look for watches, make coxinhas, all together again. Doesn’t matter where and how we’ll get there. I just know we will.Volim te, moj dragi. This is only the beggining of our lifetime together.See you this summer! I can’t wait for it.Missing you already, Ellen
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Ellen, 21 y/o, 172 lbs, 5’8”.
I can’t remember if someday in life I was ever comfortable with my size. Always thought I’m too big, too tall, too fat, too clumsy, too nonstandard.
Few months back I found someone that thinks that I’m perfect the way I am, and since then he’s trying to make me see my own beauty. Now I feel like I almost see it.
It’s not entirely positive, though, because I feel like I should’ve learned to love myself a long time ago. I would have lived better without hiding. I would have looked in the mirror everyday and felt confident to face the world.
If I could ever give some advice, I would say that: don’t wait to find someone who loves you so you can feel better. Love yourself and then be prepared to be loved.
Famosa no tãmbler.
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Eu sempre fui alguém com muita coisa pra falar. Tinha sempre algo bonito pra escrever, ou uns versinhos pra compôr, milhares de cartinhas de amor sem destinatários… Eu achava que quando encontrasse o amor de fato, as palavras fluiriam tão facilmente que eu teria que escrever sobre esse amor todos os dias da vida, transformando o excesso de sentimento em palavras pro coração não transbordar.
Mas eu era menina e não conhecia nada disso. Eu era menina e achava que podia prever algo, mas esse tal de amor é mesmo imprevisível.
Uma sucessão de acontecimentos me trouxe à essa poltrona, onde me encontro sentada agora. Meu lugar favorito da casa, de onde posso vê-lo na cozinha fazendo seus molhos de macarrão ou amassando a massa da pizza… Posso vê-lo sentado em frente ao computador, lendo sobre aviões, carros, relógios, bandeiras, Star Trek ou qualquer outra coisa. Posso vê-lo deitado na cama, tirando um cochilo depois do trabalho e antes da hora de prepararmos o jantar. Posso ver o sol nascer, a neve cair, a noite clarear, tudo enquanto afago os cabelos dele.
Pra cada momento desse eu teria um soneto pra escrever, mas, contra todas minhas previsões de menina, eu não tenho. Me pego sem o jeito das palavras. E na verdade é o que mais faz sentido.
Todos os olhares são sonetos, e todas as risadas que damos juntos valem por livros inteiros. Enquanto eu ralo o queijo e ele monta os sanduíches, da nossa cozinha saem as mais lindas epopéias. Quando o vejo ajeitando a gola da camisa e digo “you’re pwetty”, ali estou escrevendo mais de mil palavras. Quando ele me chama de “honey bunny banany” na verdade está recitando os melhores poemas que já li. Tudo sem papel. Sem caneta. Sem bloco de notas, espaços vazios a serem preenchidos com letras. Aprendi a escrever com olhares e sorrisos, pequenas frases e afagos de cabelo, e isso basta.
E de repente eu, que sempre tive o que escrever, quase sempre encontrei a ordem certa das palavras numa frase - ainda que frases sem destino -, encontrei um destino e perdi o jeito dessa composição. Se eu quiser ainda posso escrever algo… Só que agora prefiro os textos mais curtos e acompanhados pelo desenho de um pequeno coração. Eu gosto de escrever pequenos bilhetes e colar na tela do computador, na maçaneta da porta, na garrafa de suco, diferentes lugares para o mesmo destinatário. No entanto, sinto que, a partir daquele dia, daquele beijo em frente à porta do bloco 4 em Cvjetno Naselje, meus melhores textos não são mais escritos, nem mesmo falados. As palavras apenas saem de mim, irradiam dos olhos e caem dos lábios, involuntariamente.
Eu tinha um excesso de textos sem destino, e agora tenho um único destino, pra outros tipos de texto.
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Só voltei pro tumblr pra achar uma foto bacana do Han. Awol.
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A mágoa tem gosto. Gosto que se sente na boca mesmo.
É um gosto amargo. Gosto de ferro, que enche a boca de água.
Senti o mesmo gosto no ano passado, bem me lembro. Eu dirigia, ia pra qualquer lugar. Pensei “a vida não é justa”. Eu sempre penso nisso, mas naquela ocasião pensei no sentido literal da frase. A vida não é justa. Pros meus parâmetros. Pro que eu acho que mereço mas não tenho. A vida não me parece justa por tudo que fiz e por tudo que recebi. Essa discrepância. O prêmio insuficiente. A vida não é justa.
Hoje senti esse gosto amargo de mágoa novamente. Agora, uns minutos atrás. Apenas uma resposta não dada. O dia fatídico em que tudo mudou, em que a conversa acabou, em que a resposta finalmente não veio. No fundo eu já sabia que esse dia chegaria… Às vezes me impressiono por tudo ter ido tão longe, mas sempre sinto uma pontada no coração quando penso no fim.
Eu acho que o fim chegou. Tô sentindo o gosto amargo na boca, da injustiça da vida. Das coisas erradas que me fez sentir. Do caminho errado que me fez seguir. Das coisas que me fez evitar. De tudo que me fez dizer. De todo o tempo que esperei. Por nada. Em vão. Fica o gosto ruim na boca, e a sensação de dar muito e receber quase nada.
E a vida não é justa. A vida é o limão que azedou seu paladar. Se acostumou com o gosto ruim, passou por cima, procurou outros doces, outros salgados, outros sabores. Mas de repente o gosto amargo do limão volta. E a vida é só injusta e só.
A palavra “mágoa”, pra mim, por si só, me lembra inundação. A boca inundada do gosto ruim. O sinal físico de derrota. O gosto amargo de mágoa.
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Eu preciso comprar um caderno.
As aulas começaram e, de praxe, as pessoas levam um caderno.
Eu preciso comprar um caderno pra rabiscar os cantos das folhas, pra fazer contas de quantos dias faltam pra ver quem quero ver.
Eu preciso do caderno pra desenhar animais e flores e folhas e frutas e casas e espadas, borboletas e estrelas, quadradinhos e círculos, triângulos, retângulos, pessoas e claves-de-sol.
Eu preciso do caderno pra anotar o que não posso esquecer:
a lista de compras,
o dinheiro que me sobra,
o número do meu celular novo.
Eu também preciso do caderno pra rabiscar coisas das quais não consigo esquecer:
a letra daquela música,
uma palavra nova que aprendi,
aquele nome, ao lado do meu.
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Tu és divina e graciosa, estátua majestosa do amor
Por Deus esculturada e formada com ardor
Da alma da mais linda flor de mais ativo olor
Que na vida é preferida pelo beija-flor
Se Deus me fora tão clemente aqui nesse ambiente de luz
Formada numa tela deslumbrante e bela
O teu coração junto ao meu lanceado, pregado e crucificado
Sobre a rósea cruz do arfante peito teu
Tu és a forma ideal, estátua magistral, oh alma perenal
Do meu primeiro amor, sublime amor
Tu és de Deus a soberana flor
Tu és de Deus a criação que em todo coração sepultas o amor
O riso, a fé e a dor em sândalos olentes cheios de sabor
Em vozes tão dolentes como um sonho em flor
És láctea estrela, és mãe da realeza
És tudo enfim que tem de belo
Em todo resplendor da santa natureza
Perdão, se ouso confessar-te eu hei de sempre amar-te
Oh flor, meu peito não resiste
Oh, meu Deus, quanto é triste a incerteza de um amor
Que mais me faz penar em esperar em conduzir-te um dia aos pés do altar
Jurar, aos pés do onipotente em preces comoventes de dor
E receber a unção da tua gratidão
Depois de remir meus desejos em nuvens de beijos
Hei de te envolver até meu padecer de todo fenecer.— Rosa - Pixinguinha
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(Source: -theperfectmistake)
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Eu acho é que a vida segue.
Sempre se renova, sempre recomeça.
Eu acho que, se algum dia algo parecer terrivelmente errado, é só lembrar que o tempo passa.
Existe clichê maior?
O tempo passa, o tempo cura, o tempo te fará perceber, o tempo…
Sabe qual é esse esquema com o tal do tempo?
Com o tempo a gente se acostuma.
A gente não necessariamente muda, não necessariamente cura, mas a gente se acostuma com qualquer coisa.
Eu furei minha orelha há algum tempo e no começo não conseguia dormir de lado.
Hoje eu não sinto nada, e o brinco continua lá.
O tempo passa e trás consigo um milhão de coisas novas.
Planos novos, pessoas novas, contas pra pagar, um novo corte de cabelo.
O tempo te obriga a preencher vazios ou descartar excessos, reorientar o foco da sua atenção.
Mas ele não muda nada. Só interfere nos espaços.
Como se a vida fosse tetris.
Não sei de mais nada.
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Só que se eu pudesse, eu teria te dito que a vida tá corrida, que eu me sinto meio inútil, que me falta grana e que eu tenho sentido que sou na verdade uma pessoa ruim, esses dias… Teria te dito que tô com medo, muito medo. Te disse que tava empolgada com a mudança mas, olhe, pra falar bem a verdade, eu tenho medo. De deixar tudo, de voar de avião, de largar minha mãe sozinha aqui no meio desse caos, de morrer e nunca mais ver quem eu amo… Eu tenho muito medo de nunca mais te ver. Eu sempre tive. Eu sempre terei. Porque muitas vezes eu achei que consegui deixar pra lá e parar de mover meus moinhos com águas passadas, mas não… O medo de te perder sempre esteve aqui, apesar de eu nunca ter te tido. E aí a gente se vê, e você me faz rir, e eu sinto aquele cheiro, a gente conversa e eu só consigo pensar “droga… de novo não… mas por favor sim”.
Se eu pudesse, eu teria te dito que a vida é muito sacana. Tão sacana que às vezes eu nem acredito. Eu te diria que sinto falta de sentar naquele banco e te contar minhas ideias erradas e ouvir as suas certas. Eu te diria que amo seus olhos. Eu te diria pra gente ficar ali pra sempre, ou até a noite acabar.
Eu nem me lembro o que te disse, na verdade. Mas isso é o que eu diria.
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(Source: deliriousdreamss)
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na real esse filme é idiota
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(Source: zekeg)
